Política

 

VISITA  A NOSSA SINAGOGA DO GRUPO PARLAMENTAR

DA AMIZADE PORTUGAL- ISRAEL

 

REALIZADA NO DIA 14.1.09

 

Delegação Multipartidária constituída por :

 

DEPUTADO JOÃO REBELO (CDS-PP)

DEPUTADA ROSA ALBERNAZ  (PS)

DEPUTADO JORGE TADEU MORGADO (PSD)

NUNO MELO (CDS-PP)

 

Clique e veja carta da

GPA Portugal - Israel

Veja abaixo dossier completo

 

INAUGURAÇÃO DO

MEMORIAL EM HOMENAGEM ÀS VITIMAS

DO MASSACRE DE LISBOA DE 1506

 

REALIZADO NO DIA 22 DE ABRIL - LARGO DE SÃO DOMINGOS

 

Da autoria da Arqtª Graça Bachmann

 

 

MEMORIAL ÀS VÍTIMAS DA INTOLERÂNCIA

PROPOSTA N.º 423/2007

Considerando que:

 

1.                  No ano de 1506, a cidade de Lisboa foi palco do mais dramático e sanguinário episódio antijudaico de todos os que são conhecidos no nosso território;

 

2.                  Durante três dias, 19, 20 e 21 de Abril, estes acontecimentos, que tiveram início junto ao Convento de S. Domingos (actual Largo de S. Domingos), levaram a que cerca de dois mil lisboetas, por mera suspeita de professarem o judaísmo, tivessem sido barbaramente assassinados e queimados em duas enormes fogueiras no Rossio e na Ribeira;

 

3.                  Evocar este hediondo crime em que consistiu o massacre de 1506, inscrito numa política de intolerância que, segundo Antero de Quental, contribuiu para a decadência deste povo peninsular, será fazer justiça póstuma a todas as vítimas da intolerância e constituirá uma afirmação inequívoca de Lisboa como cidade cosmopolita, multiétnica e multicultural.

 

4.                  A pedagogia de combate ao racismo, à discriminação, à xenofobia e a todas as formas análogas de intolerância, constitui um eixo fundamental da democracia e da coexistência pacífica entre os povos.

 

Os vereadores do Partido Socialista, da Lista “Cidadãos por Lisboa” e do Bloco de Esquerda, ao abrigo  da alínea b) do n.º 7 do art.º 64.º da Lei 169/99 de 18 de Setembro, com a redacção dada pela Lei 5-A/2002 de 11 de Janeiro, têm a honra de propor que a Câmara Municipal de Lisboa, na sua reunião de 30 de Janeiro de 2007, delibere:

 

1.                  Instalar na cidade de Lisboa um Memorial às Vítimas da Intolerância, evocativo do massacre judaico de Lisboa de 1506 e de todas as vítimas que sofreram a discriminação e o aviltamento pessoal pelas suas origens, convicções ou ideias;

 

a) O Memorial localizar-se-á no Largo de S. Domingos e deverá ser composto por um mural evocativo das vítimas da intolerância, cuja concepção, execução e instalação competirá aos serviços municipais;

b) Esta intervenção contemplará, igualmente, o arranjo da área envolvente e incluirá a colocação, no mesmo Largo, de elementos escultóricos contributos das comunidades católica e judaica;

c) A inauguração do Memorial terá lugar no dia 22 de Abril em cerimónia promovida pela Câmara Municipal de Lisboa, para a qual serão convidadas todas as comunidades étnicas e religiosas da Cidade.

 

 

 

    

    Repercussão na mídia - alguns links na imprensa

 

 

 

CERIMÓNIA POR OCASIÃO DO DIA  INTERNACIONAL

DE MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO HOLOCAUSTO

 

 PRESIDIDA POR

Sua Excelência, o Senhor Presidente da República,Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva,

 

RESOLUÇÃO 60/7 DA ONU DE 1/11/05 

SINAGOGA SHAARÉ TIKVÁ  - 27 DE JANEIRO DE 2008 – 20 DE SHEVAT DE 5768

 

Clique aqui para ver o dossier sobre o evento...

COMUNICADO IMPORTANTE

MEMORIAL ÀS VÍTIMAS

DA INTOLERÂNCIA

PROPOSTA N.º 423/2007

 

APROVADA PELA CÂMARA MUNICIPAL

DE LISBOA EM DIA 30/1/08

 

 

Veja abaixo  na íntegra o

teor desta proposta :

 

 

2007

 

CEMITÉRIO JUDAICO DE LISBOA PROFANADO

 

 

Cerimónia religiosa de repúdio por vandalismo no cemitério judaico
Realizada no dia 7 de Outubro de 2007, no Cemitério Israelita

 

Clique aqui para ver o dossier completo...

VISITA  A NOSSA SINAGOGA DO CANDIDATO DO PARTIDO SOCIALISTA À

PRESIDÊNCIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

 DR. ANTÓNIO COSTA  E A SUA COMITIVA

 

REALIZADA NO DIA 27.6.07

 

 

COMUNICADO DA COMUNIDADE ISRAELITA DE LISBOA

Assunto: “Conferência Internacional sobre o Holocausto”

 Exmos. Senhores,

 

 A Comunidade Israelita de Lisboa denuncia veementemente a realização em Teerão de uma “conferência internacional” patrocinada pelo governo iraniano, destinada a “verificar a realidade do Holocausto”. Com a presença de 67 “historiadores e investigadores” de trinta países, esta farsa “científica” tem como único objectivo, negar o Holocausto ou reduzi-lo a algo irrisório sem importância história, como o comprovam os temas em debate: “”Nazismo e sionismo: cooperação ou hostilidade”; “Pontos de vista revisionistas”; “Câmaras de gás: negação ou confirmação”, etc... Significativa é nesse sentido a recusa do pedido de participação do advogado árabe-israelita Khaled Mahamed que fundou na sua comunidade um museu do Holocausto e para quem “o conflito israelo-palestiniano nunca será resolvido enquanto os árabes não reconheçam o impacto do Holocausto nos judeus”. Também um grupo de judeus sobreviventes do Holocausto viu negado o seu pedido de participação na conferencia.

Porque não realiza o Irão um congresso para pôr em causa o genocídio dos Tutsis?  É evidente que a escolha do Holocausto não é inocente: trata-se de o apresentar como uma “invenção” judaica para justificar o verdadeiro crime – a criação do Estado de Israel e o “Holocausto” do povo palestiniano. Ou seja, nega-se o estatuto de vítimas aos judeus para melhor os poder acusar de carrascos.

A realização desta conferência é um verdadeiro insulto à memória dos seis milhões de judeus e a todos os não judeus assassinados pela barbárie nazi, aos seus sobreviventes e à Humanidade de uma forma geral. Ela mostra que apesar de condenado mundialmente pela resolução 60-77 das Nações Unidas, o negacionismo e o revisionismo estão vivos. O seu combate ganha hoje uma nova dimensão urgente e inadiável

O que se passa actualmente em Teerão não é um problema apenas de Israel ou do mundo judaico, mas de todos os que defendem os valores de um mundo livre e humano.

 

A Direcção da Comunidade Israelita de Lisboa

 

2006

 

 JANTAR ESPECIAL - ASSINATURA DE PROTOCOLO

REALIZADO NO PASSADO DIA 11.3.06 NO RESTAURANTE TÁGIDE

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VISITA  DO DR. JOSÉ RIBEIRO E CASTRO  - PRESIDENTE DO PARTIDO

CDS/PP (CENTRO DEMOCRÁTICO SOCIAL - PARTIDO POPULAR)

 EM SINAL DE REPÚDIO PELAS DECLARAÇÕES NEGACIONISTAS  DO EMBAIXADOR DO IRÃO SOBRE O HOLOCAUSTO E EM SOLIDARIEDADE COM A COMUNIDADE JUDAICA PORTUGUESA.

 

REALIZADA NO DIA 18.2.06

(POR TER SIDO A VISITA REALIZADA EM SHABAT, NÃO TEMOS FOTOS DA MESMA)

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VISITA  A NOSSA SINAGOGA DO CANDIDATO À

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA - DR. MÁRIO SOARES  E SUA COMITIVA

REALIZADA NO DIA 2.1.06

 

   

 

Mário Soares diz-se um

"apóstolo" do diálogo ecuménico

 

O candidato presidencial Mário Soares definiu-se hoje como "um apóstolo" do diálogo ecuménico e considerou que a expulsão dos judeus de Portugal no século XVI constituiu a expulsão de uma "grande parte" da  inteligência do país.

 

As afirmações do candidato apoiado pelo PS a Presidente da República foram proferidas durante uma visita à sinagoga de Lisboa, onde foi recebido pelo p residente da Comunidade Judaica de Lisboa, José Oulman Carp, e pelo conselheiro da comunidade judaica para os assuntos religiosos, Samuel Levy. No final da curta visita, que não durou mais de 30 minutos, o ex-Presidente da República foi convidado a assinar o livro de honra da sinagoga. Mário Soares citou António Sérgio para sublinhar a ideia de que, "com a expulsão dos judeus de Portugal, foi também expulsa uma grande parte da inteligência nacional".

"Toda a ciência feita em Portugal [no início da época Moderna], que já se baseava na experimentação, foi interrompida e cortada pela intolerância religiosa", acrescentou o ex-chefe de Estado. Em contraponto à intolerância religiosa, Mário Soares afirmou-se depois "um apóstolo" do diálogo ecuménico, lembrando a sua participação em dezenas de reuniões inter-religiosas, sobretudo promovidas pela Comunidade de Santo Egídio.

"Se alguma coisa nos podemos orgulhar do 25 de Abril de 1974, é o de sabermos conviver pacificamente com todas as religiões", sustentou o fundador do P S. Mário Soares considerou a comunidade judaica em Lisboa como "pequena, m as muito influente e respeitada".

 

Agência LUSA
2006-01-02 20:17:32

 

2005

 

VISITA  A NOSSA SINAGOGA DO CANDIDATO A

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA - DR. MANUEL ALEGRE E A SUA COMITIVA

 

REALIZADA NO DIA 29.12.05

 

 

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VISITA  A NOSSA SINAGOGA DA COMITIVA DO

PARTIDO SOCIALISTA REPRESENTADO PELOS

DEPUTADOS JOÃO SOARES , MANUEL ALEGRE,

E ANA PAULA VITORINO

REALIZADA NO DIA 15.2.05

 

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VISITA DO MINISTRO DA DEFESA DE PORTUGAL - DR. PAULO PORTAS A NOSSA SINAGOGA

 

REALIZADA NO DIA 31.1.05

 

 

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